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Um pouco de mim

Como se abre a porta de uma casa, abro a você a porta da minha história. Entre, seja bem vindo :-)

Desde muito criança gosto de conversar, e, digo mais, sou fascinada por ouvir as pessoas e tudo o que elas podem me contar: suas experiências, suas vitórias, seus medos, seus anseios, suas superações.

Lembro-me de quando era pequena e ia passar as férias nas pousadas em Caldas Novas - GO, lá eu fazia vários amiguinhos... e não eram companhias da mesma idade como seria de se esperar, muitos tinham cabelos brancos e adoravam contar histórias, experiências de vida e "causos"... eu amava ouvi-los e poderia ficar ali durante horas apreciando tudo aquilo que ainda não conhecia. (pausa para uma observação: este é um ponto da minha vida que eu havia deixado bem guardado lá no passado durante muito tempo... já hoje entendo que desde a minha primeira infância existia uma vontade latente de aprender, não o aprendizado de escola, mas aquele mais precioso que as pessoas com sua experiência de vida podem nos passar. Se uma pessoa que já passou por muitos erros e acertos me conta sua história eu tenho a chance de aprender onde é mais provável errar e também acertar. Digamos que assim aprendo atalhos na vida e posso escolher: evitar caminhos que podem estar cheio de pedras, percorrer caminhos que talvez sejam mais belos e prósperos ou abrir mão deste aprendizado e continuar na tentativa e erro. A escolha é sempre minha!)

Durante a adolescência muitos amigos me procuravam para ajudar a resolver problemas e sempre gostei destes desafios porque eles também tinham muito a me ensinar, mas em determinado momento percebi que algumas pessoas somente me procuravam neste tipo de situação e eu não gostava desta sensação. Eu não conseguia entender este sentimento e mesmo sendo algo que gostava muito, me sentia usada e acabei reprimindo este meu comportamento. (meu pensamento simplista à época era: as pessoas são muito complicadas e eu não gosto de me sentir usada.)

Parti, então para os números... ahhhh as matérias exatas me traziam os problemas, me exigiam as decisões para os caminhos e ao final eu chegava em respostas únicas, certeiras, definitivas. Para mim os números não eram tão complicados como as pessoas e assim uma decisão pelo caminho de estudante de engenharia foi iniciado.

Na universidade, a companhia dos números e da exatidão era constante, mas ao mesmo tempo os livros que eu pegava na biblioteca eram: O Corpo Fala (Pierre Weil/Roland Tompakow), Inteligência Emocional (Daniel Goleman) e outros que não tinham relação alguma com as matérias estudadas (o mais engraçado é que esta é uma lembrança recente de uma amiga engenheira e que nem eu mesma me lembrava).

Já na vida profissional o ser engenheira cedeu lugar ao ser bancária. Mais uma vez, lidar com exatidão, área financeira, números, entretanto no lugar dos circuitos elétricos, leis da física, e projetos de "coisas" havia pessoas, projetos de vida, investimentos de empresas... Foram muitos aprendizados, vários desafios, pessoas maravilhosas passaram pela minha vida e algumas poucas jóias ainda fazem parte do meu presente.

E nesta trajetória profissional eu estava seguindo um "roteiro" que a vida e a sociedade tinham me apresentado, e como sempre fui muito boa em seguir regras achava que era o certo a se fazer: estudar, fazer faculdade, trabalhar, fazer carreira, ganhar dinheiro, pagar contas...

Após algumas reviravoltas na minha vida como doença crônica, doença aguda, altos níveis de estresse e ansiedade me deparei com perguntas perturbadoras dentro da minha cabeça: O que estou fazendo com a minha vida? É isso mesmo? E muitos pra quês e porquês seguiram me acompanhando por muito tempo. Eu, que nunca havia questionado quase nada, afinal de contas, seguir regras era uma das minhas especialidades, comecei a pensar: Onde no meio deste caminho eu parei para tentar descobrir o que verdadeiramente faz sentido pra mim? O que me faz feliz? E se eu continuar neste ritmo o que vai ser da minha vida? E se não tiver mais vida? (depois de 2 anos de infecção urinária de repetição sem nenhuma causa descoberta, baixíssima imunidade e uma infecção grave nos rins até a continuidade da vida passa a ser questionada).

Foi quando iniciei minha jornada pelo autoconhecimento e, vou ser sincera, olhar pra dentro e começar a questionar o que realmente fazia sentido na minha vida não foi fácil, precisei me comprometer comigo mesma, e estar disposta a entender que as respostas não eram mais aquelas superficiais que eu estava acostumada, precisei me abrir para uma nova forma de olhar para mim.

E os resultados foram surpreendentes e maravilhosos, pois retornei à minha essência e reconheci a minha missão que hoje faz todo sentido quando resolvi contar a minha história para mim mesma. Tudo que eu sempre gostei de estudar, aprender e fazer, e estavam enterrados pelo piloto automático da vida.

Hoje, aquela criança que adorava ouvir as pessoas e aprender os atalhos, se junta à adolescente que adorava resolver problemas e também à adulta que em doses homeopáticas buscava entender o que havia de mais profundo na mente e no comportamento humano e todas podem conviver em harmonia neste caminho que verdadeiramente vem do coração.

Minha missão de vida é levar até as pessoas a oportunidade de autoconhecimento e descoberta do que realmente faz sentido em suas vidas, desenvolvendo seu potencial e abrindo caminho para que elas conquistem seus sonhos e a felicidade genuína.

Certificações
  • Master Practitioner em Programação Neurolinguística licenciada pela The Society of Neuro-linguistic Programming

  • Practitioner em Programação Neurolinguística pelo INEXH (Instituto Nacional de Excelência Humana)

  • Coach certificada pela Sociedade Brasileira de Coaching

  • Empretec - curso de capacitação empresarial chancelado pela ONU/Sebrae